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Eugénio Rosa *

O documento de Costa Silva é um extenso documento (tem 142 páginas), de difícil leitura, em que se encontram repetidas várias vezes as mesmas afirmações, com a utilização de chavões que estão agora na moda…

 

 

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Ernesto Reyes

Na Bolívia, o processo democrático sofreu uma convulsiva interrupção, em novembro de 2019. Para os partidos e organizações que nunca viram com agrado os indígenas no governo, a violência exibida foi justificada pela suposta “fraude” que o MAS cometera nas urnas.

 

 

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Eugénio Rosa *

O teletrabalho, o “lay-off”, a redução do horário de trabalho com diminuição do salário são utilizados, nesta crise, para reduzir os rendimentos aos trabalhadores, para destruir direitos (à privacidade, à vida familiar, a um horário de trabalho), para criar a insegurança e levá-los a aceitar tudo. Com o pretexto da crise e da conciliação do trabalho com a vida familiar, tudo isto está a ser destruído, aproveitando o medo e a insegurança em que estão mergulhados os trabalhadores.

 

 

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teleSUR

O conflito palestino-israelita está marcado pelo exercício da violência armada, da qual o regime sionista é partidário, desde antes de 1948, ano que marca oficialmente a criação do Estado de Israel.

Faz esta quarta-feira [2020/07/08] seis anos uma das mais mortíferas agressões lançadas por Israel contra territórios palestinos: a Operação Margem Protetora. Estendeu-se até ao final de agosto e causou a morte de vários milhares de civis.

 

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Pedro Miguel Lima

[Este artigo é publicado em 4 partes; hoje, publica-se a quarta e última]

As ideias veiculadas pelos combatentes antineoliberais, pensadores da pequena-burguesia, apanhada como o fiambre na sanduíche do capital em cima e do proletariado em baixo, contribuem para a aceitação pelas massas de um capitalismo “mais humano”, limitam a sua luta à luta por reformas. Ao “combater” o neoliberalismo, transmitem a ideia de que sem neoliberalismo o capitalismo será reformável. Eles endeusam o Estado e pedem-lhe socorro para suspender o “neoliberalismo”, substituindo-o pela “cartilha” social-democrata.

 

 

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Pedro Miguel Lima

[Este artigo é publicado em 4 partes; hoje, publica-se a terceira]

A globalização imperialista nos termos em que hoje existe decorre, pois, fundamentalmente, destes fatores: derrota do socialismo, exploração ainda mais desenfreada das antigas colónias (neocolonialismo) agora formalmente independentes, importantes avanços científicos e tecnológicos de alcance universal que, naturalmente, o imperialismo põe ao seu serviço, agudização das contradições e putrefação do sistema capitalista. A globalização é imperialismo exponencial batizado com outro nome, embelezado pelos teóricos burgueses de “esquerda” e de direita.

 

 

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Pedro Miguel Lima

[Este artigo é publicado em 4 partes; hoje, publica-se a segunda]

… a União Europeia proclama-se a favor da “livre e sã concorrência” e tem mesmo um comissário e uma comissão dedicada ao “assunto”, quando ela própria é um dos centros imperialistas do mundo e foi criada e alargada para que os monopólios das nações mais ricas destruíssem as forças produtivas dos países mais pobres e, assim, alargar os seus mercados e submeter esses Estados.

 

 

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Pedro Miguel Lima

[Este artigo é publicado em 4 partes; hoje, publica-se a primeira]

Trata-se de saber se é a “teoria” neoliberal que dá ao capitalismo as características com que hoje se apresenta diante dos nossos olhos, ou se essa “teoria” brotou das características do capitalismo como hoje o temos. Cumpre definir se é o neoliberalismo a teoria económica que se deve combater ou se é o capitalismo como sistema económico.

 

 

 

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Dean Baker *

É raro que um medicamento ou vacina seja caro para fabricar ou distribuir. Os medicamentos são caros porque damos às empresas farmacêuticas monopólios de patentes. Não é pouco absurdo que tornemos os medicamentos caros com estes monopólios e, depois, lutemos para encontrar formas de os tornar acessíveis.

 

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Temáticas:

Para enfrentar o presente e preparar o futuro

Dimitris Koutsoumbas - Secretário-geral do CC do Partido Comunista da Grécia (KKE)

O MITO QUE TEM SIDO DESFEITO durante a pandemia de coronavírus é o que afirma que o setor público e o privado podem coexistir harmoniosamente e, assim, contribuir para resolver esta situação. […] A necessidade de um sistema de saúde exclusivamente público e gratuito, com a abolição de qualquer negócio privado, ficou dramaticamente demonstrada.

 

 

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