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Michael Hudson* e Pepe Escobar* analisaram com atenção, no mês passado, a renda e o rendimento improdutivo, na Escola de Ciências Sociais Henry George.

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a primeira]

Os bancos americanos apenas emprestam contra uma garantia que já está no terreno, pois não farão um empréstimo se não for suportado por uma garantia. Bem, a China cria dinheiro através dos seus bancos públicos para criar capital, para criar os meios de produção. De facto, entre os Estados Unidos e a China há uma filosofia de desenvolvimento diametralmente oposta.

 

 

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Eugénio Rosa *

Portugal é um país de baixos salários – em 2019, o custo da mão de obra no nosso país correspondia apenas a 51% da média dos países da U.E. e a 46% dos da Zona do Euro, segundo o Eurostat. Para além disso, também se verifica uma grande desigualdade salarial entre os próprios trabalhadores imposta pelos patrões para aumentar a exploração.

 

 

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Temáticas:

Publicado na “Communist Review” – órgão teórico e político do CC do KKE (Partido Comunista da Grécia) – edição 6/2020

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a segunda]

Sobre a China, vários PC têm uma posição oportunista formulada  na tese de que  “o socialismo está a ser construído com características chinesas”, num compromisso calculado com o capital e que,  juntamente com a Rússia, desempenha um papel positivo no desenvolvimento internacional. Esta abordagem, que é um distanciamento da política  em relação à economia, também se opõe diretamente à conceção leninista do imperialismo. Isto acontece porque o imperialismo é capitalismo monopolista. Não pode haver imperialismo “pacífico” ou “não agressivo”, assim como não pode haver monopólios “filantrópicos”. Quaisquer posições positivas que possam ser tomadas por um ou outro Estado capitalista poderoso, como a Rússia e a China,  numa ou noutra questão internacional, por exemplo, pelo respeito  aos princípios do Direito Internacional, ou contra a revisão histórica do final da Segunda Guerra Mundial, deve-se unicamente ao facto de servir os seus próprios interesses…

 

 

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Publicado na “Communist Review” – órgão teórico e político do CC do KKE (Partido Comunista da Grécia) – edição 6/2020

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a primeira]

O nosso “mundo moderno” é um mundo marcado pelas relações de produção capitalistas, um mundo onde o grande negócio – os monopólios – desempenha um papel crucial na vida económica de cada país capitalista, que se incorpora e ocupa a sua própria posição no sistema imperialista mundial, com base na sua força económica e político-militar, criando relações de interdependência desiguais com os restantes países. 

 

 

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Partido Comunista do México (PCM)

A Comuna pôs de lado a submissão, a conciliação e o tradicional respeito pela autoridade dos dominadores, ao violar o monopólio do governo nas mãos dos representantes da exploração e da opressão. Foi também um governo internacional, no sentido de expressar os interesses gerais da classe operária e de se opor à agressão nacional contra os povos.

 

 

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Partido Comunista da Grécia (KKE) – Secção das Relações Internacionais do CC

Também avaliamos criticamente o facto de, após a invasão da URSS pela Alemanha fascista, a IC ter mudado a sua posição sobre o caráter da guerra, definindo-a como antifascista, e declarando que “... o ataque básico agora é direcionado contra o fascismo. ...”  e que “nesta fase, não apelamos ao derrubamento do capitalismo nos vários países, nem a uma revolução global ... […]

A luta contra o fascismo e a libertação da ocupação estrangeira, pelos direitos e liberdades democráticos, foi separada da luta contra o capital.

 

 

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Adalberto Santana *

Outra variável apontada por diversas abordagens nacionais e internacionais é atribuída à erosão dos partidos tradicionais, que ocuparam o poder político nas últimas três décadas, a ARENA e a FMLN, principalmente. Daí que se possa pensar que tenha sido uma espécie de voto de castigo aplicado pela cidadania salvadorenha aos partidos hoje opositores. Mas Bukele também soube tirar proveito desse desgaste ao ligar-se às novas gerações de salvadorenhos, através das redes sociais.

 

 

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Temáticas:

Ney Nunes

Por trás das aparências enganosas do jogo político burguês desenvolve-se no Brasil um confronto, cada vez mais radicalizado, entre as três vertentes políticas da guerra de classes sociais. […] Na verdade, toda essa aparente diversidade se resume basicamente em três eixos, eles constituem os três exércitos em confronto na guerra de classes brasileira.

 

 

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Texto da Comissão Política do Comité Central do KKE *

Por ocasião do 75º aniversário do fim da II Guerra Mundial

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a segunda]

A prevalência do oportunismo de direita usou deliberadamente o ataque aos líderes para mudar o clima geral, sabendo que as massas – sem excecionar as forças de vanguarda comunistas – tendem a mitificar ou demonizar os seus líderes, atribuindo-lhes a quase total responsabilidade pelas vitórias ou pelas derrotas, respetivamente. Claro que, em grande parte, a burguesia faz a mesma coisa aos seus líderes, precisamente para explorar esta tendência das massas, o que lhes permite perpetuar o seu poder, sacrificando mesmo as suas figuras de proa.

 

 

 

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Texto da Comissão Política do Comité Central do KKE *

Por ocasião do 75º aniversário do fim da II Guerra Mundial

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a primeira]

A experiência dos levantamentos revolucionários durante o século XX ainda não foi totalmente explorada em termos do seu potencial e das suas fraquezas, as suas dificuldades não foram ainda avaliadas. […] Não é por acaso que épocas históricas semelhantes, ricas em acontecimentos marcantes e desenvolvimentos sociais complexos –como a era da transição do feudalismo para o capitalismo, ou mesmo mais atrás, da escravatura para o feudalismo – ainda estão a ser estudadas.

 

 

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