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Ivan Pinheiro * – Entrevista (2.ª parte)

 

[A entrevista é publicada em 2 partes. Hoje, publica-se a segunda]

Entrevista concedida por Ivan Pinheiro (membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro – PCB ) para o Portal PCB/SC [Partido Comunista Brasileiro/Comité Regional de Santa Catarina – NE], na qual ele analisa o cenário político internacional, o governo Bolsonaro e aponta os desafios colocados para a classe trabalhadora na construção de uma alternativa revolucionária.

Segundo Ivan: “Para reverter essa correlação de forças desfavorável e avançar na luta é necessário combater as ilusões em soluções institucionais, jogar toda a energia militante na conscientização, organização e mobilização dos trabalhadores e das camadas populares e promover, no campo da esquerda socialista, um urgente debate com o objetivo de unificar e politizar a luta comum”.

 

 

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Ivan Pinheiro * – Entrevista (1.ª parte)

 

[A entrevista é publicada em 2 partes. Hoje, publica-se a primeira]

Entrevista concedida por Ivan Pinheiro (membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro – PCB ) para o Portal PCB/SC [Partido Comunista Brasileiro/Comité Regional de Santa Catarina – NE], na qual ele analisa o cenário político internacional, o governo Bolsonaro e aponta os desafios colocados para a classe trabalhadora na construção de uma alternativa revolucionária.

Segundo Ivan: “Para reverter essa correlação de forças desfavorável e avançar na luta é necessário combater as ilusões em soluções institucionais, jogar toda a energia militante na conscientização, organização e mobilização dos trabalhadores e das camadas populares e promover, no campo da esquerda socialista, um urgente debate com o objetivo de unificar e politizar a luta comum”.

 

 

 

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Annie Lacroix-Riz – Professora emérita de História Contemporânea, Universidade de Paris 7, janeiro de 2016

O fascismo é muitas vezes apresentado como uma “contrarrevolução preventiva” das classes dominantes para impedir a renovação da agitação social e política que se seguiu à Primeira Guerra Mundial (caso alemão, de novembro 1918 a janeiro 1919, e italiano, 1919-1920). Mas foi, acima de tudo, uma réplica feroz à crise de sobreprodução que ameaçava o colapso dos lucros.

 

 

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Jornal O Poder Popular – órgão do Partido Comunista Brasileiro (PCB)

…o Governo Bolsonaro anunciou cortes orçamentários para a área de humanas e corte de, no mínimo, 30% no orçamento de todas as instituições públicas de ensino superior do país, além de incentivar o ódio ao conhecimento e o desrespeito aos profissionais da educação, orientando que filmem professores/as em seu local de trabalho, sem autorização dos/as mesmos/as.

 

 

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Gabriel Rockhill *

A violência é uma arma espetacular usada pela classe dominante para desacreditar os movimentos de baixo e justificar a sua repressão. É espetacular,  no sentido de ser uma grande e poderosa ferramenta política para governar as massas e mantê-las no seu lugar. Todavia, para fazer isso, a arma da violência também é espetacular num segundo sentido: cria uma encenação cuidadosamente orquestrada, que procura tornar invisível a violência da classe dominante e, simultaneamente, transforma atos de resistência em prodigiosos espetáculos de violência criminal.

 

 

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Declaração de Léon Landini, Predidente do PRCF, e Georges Gastaud, Secretário nacional – 19 de ma rço de 2019

...há dezenas de anos, e ainda mais depois do Tratado de Maastricht, de 1992, apadrinhado por Chirac e Miterrand, que o nosso povo está a ser agredido sem tréguas, em nome da sacrossanta “construção” euro-atlântica do capital, com o seu cortejo sem fim de deslocalizações industriais, de quebras de direitos sociais sem fim, de privatizações de serviços públicos, do abaixamento do poder de compra do povo, da miséria, de desigualdades e desemprego em massa, de destruição de habitação social e da educação nacional, de atentados contra a soberania nacional e popular, como se viu em 2007 com a violação do Não popular à constituição europeia.

 

 

 

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Paul Street *

Graças ao selvagem “colono” branco e à limpeza étnica que produziu na maior parte da América do Norte, desde o século XVI até aproximadamente 1900, os povos indígenas representam apenas 1 por cento da população dos EUA. A taxa de pobreza dos nativos americanos (28%) é o dobro da do país […] Em alguns estados, a esperança de vida dos nativos americanos  é 20 anos menor que a média nacional. Em Montana, os homens nativos americanos vivem, em média, apenas 56 anos.

 

 

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Daniel Estulin (entrevista ao jornal i, de 2019/02/19 – António Rodrigues)

[NE – Poder-se-á questionar a idoneidade do entrevistado. As suas respostas não descrevem a realidade total do mundo, nem revelam uma análise científica materialista e histórica do capitalismo ocidental. Porém, realça factos conhecidos de muitos mas ignorados pela esmagadora maioria: o papel do grupo de Bilderberg, a natureza dos governantes e, sobretudo, a natureza supranacional e o poderio oculto e inconfessável dos interesses do capital imperialista dos dias de hoje. Além disso, aporta novas informações que podem verosivelmente corresponder às novas rearrumações ou alterações de poderes, no plano das forças mais profundas do capital,  no quadro  da concorrência imperialista entre os gigantes mundiais. São estas as razões pelas quais se publica este artigo.]

 

 

 

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Polo do Renascimento Comunista em França (PRCF)

Seja qual for o futuro próximo do movimento dos Coletes Amarelos, está aberta uma nova etapa do confronto de classes em França. Certamente, a direita e a extrema direita tudo fazem e farão para enganar o movimento e explorar as suas fraquezas ideológicas e organizativas. Que resultam, principalmente, da fuga ao combate de ideias da falsa esquerda europeísta, da extrema esquerda desligada dos trabalhadores (que, em massa, cantam a Marselhesa e ainda vibram com a memória da Revolução Francesa), das confederações sindicais institucionalizadas e de um PCF que não deixa de renegar a Revolução de Outubro e o emblema operário e camponês.

 

 

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Partido Comunista da Grécia (KKE) – nota à imprensa

Revela também o facto de que, quem quer que seja o gestor de uma economia que tenha como estratégia servir o capital e os critérios do lucro capitalista, promoverá sempre duras medidas antitrabalhadores em nome de uma “economia verde”.

 

 

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