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Angeles Maestro

A penetração do capital espanhol na Colômbia e noutros países latino-americanos e a relação dos políticos espanhóis com o narcotráfico tem uma longa e suja história. Basta lembrar o convite aos traficantes de drogas colombianos mais famosos de Madrid, como Pablo Escobar, para a celebração em Madrid da vitória eleitoral de Felipe González, em 1982.

 

 

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Partido Comunista da Venezuela (PCV) – Comunicado da Comissão Política

De um lado, temos o Governo de Nicolás Maduro e a direção entreguista do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), representando os interesses dos poderosos novos ricos criados à sombra dos negócios estatais. Do outro lado, a ala da direita, liderada por Juan Guaidó, Henrique Capriles e os partidos social-democratas, representando a tradicional burguesia nacional e os interesses dos grupos monopolistas transnacionais norte-americanos e europeus. 

 

 

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Georges Gastaud *

É verdade que, durante o odioso período em que os comunistas afegãos estiveram no poder, havia mais raparigas do que rapazes matriculados na Universidade de Cabul, que uma reforma agrária estava em andamento, embora sabotada pelos camponeses atrasados locais e onde, imagine-se, o culto muçulmano era respeitado e praticado pelo próprio Najibullah...

 

 

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Jacques R. Pauwels

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a segunda]

A guerra contra a União Soviética era o que Hitler queria desde o início. Já tinha deixado isso bem claro nas páginas de Mein Kampf, escrito em meados da década de 1920. Como um  historiador alemão, Rolf-Dieter Müller, demonstrou de forma convincente num estudo bem documentado, era uma guerra contra a União Soviética, e não contra a Polónia, França ou Grã-Bretanha, que Hitler planeava desencadear em 1939.

 

 

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Jacques R. Pauwels

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a primeira]

A guerra contra a União Soviética era o que Hitler queria desde o início. Já tinha deixado isso bem claro nas páginas de Mein Kampf, escrito em meados da década de 1920. Como um  historiador alemão, Rolf-Dieter Müller, demonstrou de forma convincente num estudo bem documentado, era uma guerra contra a União Soviética, e não contra a Polónia, França ou Grã-Bretanha, que Hitler planeava desencadear em 1939.

 

 

 

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Iniciative Communiste – jornal mensal do Polo do Renascimento Comunista em France (PRCF)

A recente comissão de inquérito sobre os traumatismos de umas centenas de milhares de crianças  de povos indígenas do Canadá, arrancadas às suas famílias e colocadas em “internatos” administrados principalmente pela Igreja Católica, concluiu que elas sofreram ali maus-tratos ou abuso sexual e que mais de 4.000 foram oficialmente lá mortas, concluindo por um “genocídio cultural” por parte do Canadá.

 

 

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Resumen Latinoamericano

… cada um destes pequenos núcleos, que para a visão conspirativa dos média hegemónicos da direita mundial serão “milhares”, obedecem a um plano típico que o imperialismo executa em diferentes países. Mas Cuba não é um país qualquer, e o povo cubano não permitirá que um grupo de submissos aos espelhos coloridos que Washington vende queira provocar uma involução de mais de 60 anos de Revolução.

 

 

 

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PCB, PCdoB, PSOL, PT, UP *

Esta crise reflete a gestão desastrosa e genocida do governo Bolsonaro, que continua dificultando a aquisição de vacinas e propagando o negacionismo, ao mesmo tempo em que avança com uma agenda económica de austeridade e de privatizações, além de colocar em risco as liberdades e direitos democráticos.

 

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Manuel Loff *

Quando Marcelo nos pede para não “[exigir] aos que viveram esse passado que pudessem antecipar valores (...) agora tidos por evidentes, intemporais e universais”, persiste num dos mais velhos erros metodológicos da leitura reacionária do passado: o de inventar um tempo em que os valores dominantes seriam tão consensuais que nenhuns outros teriam sido enunciados. Em todas as épocas, os valores dominantes tiveram alternativas; todas as ordens tiveram resistência; todas as verdades do tempo tiveram quem as denunciasse.

 

 

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Shane Quinn * 

Por razões históricas, é importante reconhecer que o soviético Joseph Stáline fez aberturas firmes à Grã-Bretanha e à França nos 18 meses anteriores ao início da Segunda Guerra Mundial. Menos de uma semana após a anexação forçada da Áustria por Hitler, que inquietou o Kremlin, mas teve a aquiescência do Ocidente, em 18 de março de 1938, Stáline propôs que a Grã-Bretanha e a França se unissem à URSS numa conferência para reforçar a segurança coletiva. Esta oferta, potencial precursora de uma aliança franco-britânica-russa contra Hitler, foi rejeitada. 

 

 

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