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Pablo Jofre Leal *

A Declaração Balfour  é um documento que revela a cumplicidade entre a política imperial britânica e os corpos dirigentes do sionismo, que, pelo seu poderio financeiro e a sua privilegiada posição nos círculos de poder, na França, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, iniciaram um intenso lóbi destinado a obter a aprovação do Império Britânico – nesse momento, uma das principais potências económicas e militares do mundo – para intensificar o processo de colonização de terras palestinas. 

 

 

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Ángeles Maestro – Red Roja

Quando os enviados da famosa Troika (UE, BCE e FMI), os “homens de negro”, encarregados de controlar as contas de todas as administrações públicas, exibirem o seu poder – com ameaças, chantagens ou subornos – e mostrarem o que vale a suposta “soberania popular”, o ilusório “Sim, podemos” mudará rapidamente para o “Não se podia fazer outra coisa”.

 

 

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Publicação da “Initiative Communiste”, jornal mensal do Polo do Renascimento Comunista em França (PRCF)

 

 

 

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Cristina Semblano *

Sob uma aparência tecnicista, o que se pretende de facto com a reforma do sistema de pensões é gravar na pedra critérios de cálculo que organizam o seu depauperamento. É a filosofia de todo um sistema, considerado como um dos melhores do mundo, em que a taxa de pobreza dos reformados é das mais baixas, que se pretende assim radicalmente alterar.

 

 

 

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Honecker acusa

18.11.19

Erich Honecker [1]

1992

Franz-Josef Strauss [ministro das Finanças da RFA (1966-1969) e ministro da Defesa (1956-1962), entre outros cargos governamentais] escreveu nas suas memórias (p. 390): «Com a construção do muro, mesmo se tal foi feito de uma maneira pouco agradável para os alemães, a crise não só foi contida como, a bem dizer, encerrada». Duas páginas antes (p. 388), falava-se da existência do projeto de lançamento de uma bomba atómica sobre o território da RDA. […] …pois os mortos da economia de mercado tombam em nome do direito.

 

 

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Ney Nunes *

É justamente com essa “incapacidade de lembrar” que nos deparamos em alguns artigos e pronunciamentos recentes sobre os governos Lula e Dilma. Os autores, com seus esquecimentos seletivos, dão a entender que nesse período estávamos vivendo num quase paraíso, onde liberdade, justiça social e prosperidade imperavam. […] Não falam da repressão aos movimentos grevistas, dos assassinatos de lideranças rurais e da violência das operações policiais nas áreas mais pobres das grandes cidades.

 

 

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O 70.º aniversário do pacto germano-soviético deu origem a uma nova campanha revisionista, reescrevendo a história para atacar o comunismo. Sem originalidade, esta campanha recicla hoje os mesmos argumentos tão esgotados quanto errados. Bruno Guigue, numa tribuna, retoma o principal eixo desta campanha anticomunista, o mito dos gémeos totalitários, que não visa senão desculpar o fascismo para melhor acusar o comunismo, amalgamando Stáline e Hitler, Alemanha nazi e União Soviética, com o pretexto do pacto germano-soviético. Um pacto que nada tem a ver com qualquer forma de proximidade, mas é o “fruto amargo dos acordos de Munique”.

  • Ler nas edições Delga, O mito dos gémeos totalitários – Michael Parenti

 

 

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Annie Lacroix-Riz, professora emérita de História Contemporânea, Universidade Paris 7

Há, no entanto, uma escolha entre os historiadores franceses da URSS, quase igualmente sovietofóbicos e mediáticos: como há trinta anos, nenhuma carreira académica está aberta para um especialista da União Soviética sovietófilo, não existe nenhum.

 

 

 

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Annie Lacroix-Riz *

Mesmo tendo em conta a assustadora “lista de Orwell” –, rica em comentários antissemitas, antinegros e anti-homossexuais –, a realidade ainda é pior em relação a este antigo agente policial colonial (na Birmânia), tão violento quanto a sua função o exigia nos já muito avançados anos 1930, apesar de sua demissão oficial em 1927, na caça aos dissidentes vermelhos sob o disfarce de ódio ao stalinismo;…

 

 

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Maurice Lemoine *

[Este artigo é publicado em 2 partes. Hoje, publica-se a segunda]

...em nome dos comandantes militares do antigo Estado-Maior Central das FARC, comandantes das frentes e das colunas, afetados pela traição do Acordo de Paz de Havana perpetrada pelo Estado, reiteramos, de uma forma autocrítica, que foi um grave erro ter entregado armas a um Estado trapaceiro, confiantes na boa fé do parceiro. Que ingenuidade não nos termos lembrado das sábias palavras de nosso comandante-em-chefe Manuel Marulanda Vélez, que nos advertiu que as armas eram a única garantia de cumprimento desses acordos.

 

 

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