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Pedro Marin - Revista Opera (Brasil)

A ideia de um “novo socialismo”, “democrático”, só pode surgir a partir da compreensão errônea de que o socialismo não é democrático em si. …a ditadura do capital é moldada precisamente para que, pelo respeito a suas premissas, não possa ser alterada.

 

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As pedras de Tegucigalpa

Ivan Pinheiro *

[NE – No 10.º aniversário do golpe de Estado nas Honduras, publicamos este artigo porque é paradigmático da forma como funciona o imperialismo contra os povos da América Latina, onde Cuba e a Venezuela continuam a resistir e a exigir a nossa solidariedade.  As suas conclusões/lições são  fundamentais e completamente atuais para a luta dos povos, e não apenas na América Latina, contra o  imperialismo, pela libertação das suas garras saqueadoras e, sobretudo, para combater as ilusões quanto ao papel que se pensa poderem ter certos setores da burguesia na luta contra os monopólios, na época do imperialismo. As Honduras sofreram um golpe de Estado “comandado” pelos EUA, em 2009/06/28, que depôs e deportou o Presidente eleito, José Manuel Zelaya Rosales.]

 

 

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Ivan Pinheiro *

 

A recente libertação de Jesus Santrich nos alegra, mas não desmobiliza nossa solidariedade!

 

 

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Annie Lacroix-Riz

Realizada na noite de 29 para 30 de setembro de 1938 entre Hitler, ladeado por Mussolini, casamenteiro oficial, Chamberlain (Londres) e Daladier (Paris), a conferência foi o resultado do velho abandono francês da Checoslováquia e o momento-chave do «Apaziguamento» franco-inglês face ao imperialismo alemão abertamente belicoso.

 

 

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Rede Voltaire

Antigo embaixador dos EUA em Beirute, depois adjunto de Hillary Clinton para o “Médio-Oriente alargado”, Jeffrey Felman havia já redigido, quando assumiu o cargo em Nova Iorque, em julho de 2012, um plano de capitulação total e incondicional da República Árabe Síria. Com base nisso, fez frustrar todas as negociações de paz, fossem elas dirigidas por Kofi Annan, ou Lakhdar Brahimi, ou Stefan de Mistura. Lavrov indicou ter questionado o novo Secretário-geral da ONU, António Guterres, e ter-lhe pedido para clarificar esta situação. Esta é a primeira vez que a Rússia se interroga publicamente quanto à real autoridade do Secretário-Geral da ONU sobre os seus próprios serviços.

 

 

 

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Red Roja

… uma certa esquerda ocidental, mais uma vez, decidiu alinhar com os cantos de sereia da manobra imperial. …A gravidade deste posicionamento é ainda maior se considerarmos que a estratégia destes “golpes suaves” – promovidos pelos EUA, os seus aliados oligárquicos locais, os média e, até, pela fraude das “ONG” – se repetiu já em numerosos países (Líbia, Síria, Ucrânia, Venezuela e, agora, na Nicarágua). Em todos os casos, estes setores da esquerda de que falamos têm tomado posições que poderíamos qualificar de absurdas, se não fossem algo pior: traição e pura claudicação.

 

 

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É em cima desta memória, que é o seu pecado original, que o Estado de Israel está construído.

Carlos Almeida *

Jerusalém é terra duplamente ocupada, contra a resolução n.º 181 da ONU, à sombra da qual Israel reclama a sua existência como Estado, e contra a resolução n.º 242, que considera ilegal a ocupação dos territórios tomados pela força em 1967. As potências europeias são cúmplices deste estado de coisas, caucionando o insulto norte-americano, ou legitimando a lógica segregacionista de Israel, ao ponto de, em alguns casos, criminalizar até o exercício democrático da crítica à política dos governos daquele país.

 

 

 

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Arthur González

O objetivo da minha vida foi a aniquilação do comunismo ... a minha esposa apoiou-me plenamente e entendeu isso, inclusivamente, antes de eu [...] para o conseguir, ter encontrado companheiros de luta – entre eles, A.N. Yakovlev e E. A. Shevardnadze”.

 

 

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Pedro Tadeu

Quem, como eu e muitos outros, nos primeiros tempos após o início da marcha para Bagdad, tentava ensaiar um comentário crítico sobre a invasão, levava bordoada, e da grossa, como esta que ouvi de um camarada de profissão, meu superior hierárquico: “Portugal, mal ou bem, envolveu-se na guerra do Iraque e quem não apoiar o país neste conflito, quem não for solidário com as nossas tropas e com os militares da Nato é, simplesmente, um traidor. As razões desta guerra já não interessam, quem não está com os militares portugueses, repito, Pedro, com todas as letras, é um traidor”.

 

 

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Gilda Guibert-Landini, professora agregada de história*

... para o proletariado acabaram-se as ilusões fraternais. A República burguesa é a dominação do capital por todos os meios, incluindo a guerra civil. As palavras de ordem proletárias, como disse Marx, mudam, para se tornarem Derrubamento da burguesia! Ditadura do proletariado!

 

 

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