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H. Bruce Franklin

Ficaram “perplexos”, reportaram, pela falta de qualquer resistência alemã no percurso. Não encontraram fogo das baterias antiaéreas no solo, nem fogo dos aviões de combate nazis no ar, até acabarem de executar o seu bombardeamento e regressaram à base.

Porquê?

 

 

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Manuel Loff *

O homem que foi rei durante 39 anos (tantos quantos Franco foi ditador) não é um parente menor de uma família real a quem a estranha lógica das monarquias atribui responsabilidades não eletivas de chefiar o Estado. […] Desde os anos 70 que se rodeou de uma corte de empresários que representaram o pior do capitalismo espanhol dos anos da liberalização da economia. Desde Manuel Prado Colón de Carvajal, administrador da fortuna privada de Juan Carlos, até aos primos Albertos Cortina e Alcocer, passando por Mario Conde, todos acabaram com problemas na Justiça e condenados a vários anos de prisão.

 

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John Pilger

a supremacia aérea sobre o Japão poderia ter exercido pressão suficiente para provocar a rendição incondicional e evitar a necessidade de invasão. Com base numa investigação detalhada de todos os factos e apoiada pelo testemunho dos líderes japoneses sobreviventes envolvidos, o Observatório [Observatório de Bombardeamentos Estratégicos dos Estados Unidos] é de opinião que ... o Japão se teria rendido mesmo que as bombas atómicas não tivessem sido lançadas, mesmo que a Rússia não tivesse entrado na guerra [contra o Japão] e mesmo que nenhuma invasão tivesse sido planeada ou contemplada.

 

 

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Ajit Singh e Max Blumenthal

As proclamações de que a China deteve milhões de muçulmanos uigures são, em grande parte, baseadas em dois estudos. Um exame mais aprofundado desses documentos revela o apoio do governo dos EUA, absurdas metodologias e de má qualidade e um investigador evangélico fundamentalista chamado Adrian Zenz.

 

 

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Partido Comunista da Grécia (KKE)

Aqueles que destruíram e desmantelaram países estão agora a usar a máscara do Bom Samaritano para a sua reconstrução. … E quem são eles? Os que bombardearam países, armaram gangues assassinos e chacinaram povos, os que em tempos de “paz” imperialista estão a sugar os trabalhadores até ao tutano, para aumentar os lucros dos seus monopólios.

 

 

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Por Oxana Bobrovitch – de uma entrevista a Annie Lacroix-Riz

Os historiadores recordam que, na primavera de 1945, os comunistas estavam simplesmente em vias de se tornar o primeiro partido na França. Ainda a guerra não tinha oficialmente terminado, as eleições municipais fizeram explodir a representação territorial do Partido Comunista Francês (PCF).

 

 

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Entrevista de RT France a Annie Lacroix-Riz *

Os atuais livros de história franceses, retrabalhados com o molho académico da União Europeia e dos Estados Unidos, violam a verdade histórica com uma ousadia em que se testemunha o capítulo comum a todo o ensino médio: unifica no “totalitarismo” a URSS, o Reich nazi e a Itália fascista. A história baseada em arquivos, incluindo a da Segunda Guerra Mundial, foi varrida.

 

 

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Ramzy Baroud *

A Resolução deu um maior reconhecimento internacional à decisão unilateral da Grã-Bretanha, de três anos antes, ao conceder a Palestina à Federação Sionista, com o objetivo de estabelecer uma pátria judaica em troca do apoio sionista à Grã-Bretanha, durante a Grande Guerra.

E, como a Declaração Balfour da Grã-Bretanha, também fazia uma menção superficial aos infelizes habitantes da Palestina, cuja pátria histórica estava a ser injustamente confiscada e entregue aos colonos e colonizadores.

 

 

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Initiative Communiste, jornal mensal do PRCF

O meu “reconhecimento” foi limitado pelo antimarxismo geral e o académico. Ora, ele fortaleceu-se dado o sucesso da ofensiva nacional e supranacional das classes dominantes, o comprometimento dos seus criados intelectuais e o enfraquecimento das camadas populares: a história sempre foi uma disciplina de combate, ao serviço dos poderosos, desde os “historiadores da corte”.

 

 

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Pablo Jofre Leal *

A Declaração Balfour  é um documento que revela a cumplicidade entre a política imperial britânica e os corpos dirigentes do sionismo, que, pelo seu poderio financeiro e a sua privilegiada posição nos círculos de poder, na França, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, iniciaram um intenso lóbi destinado a obter a aprovação do Império Britânico – nesse momento, uma das principais potências económicas e militares do mundo – para intensificar o processo de colonização de terras palestinas. 

 

 

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