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Declaração comunista internacional conjunta de solidariedade com os trabalhadores e o Partido Comunista da Venezuela (PCV) contra o ataque aos direitos políticos e eleitorais

 

O diálogo entre o governo de Nicolás Maduro e as forças da oposição reacionária, que até recentemente procuravam o seu derrubamento através de um golpe de estado e de uma intervenção imperialista, não pretende garantir os interesses do povo. Este diálogo, por um lado, tem resultados diretos a favor dos interesses da oposição reacionária e dos grupos empresariais; por outro lado, precipita a perda de direitos laborais, sindicais e políticos dos trabalhadores e das organizações revolucionárias.

 

 

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Declaração do Partido Comunista Alemão (DKP) sobre as eleições para o Bundestag

Todos esses partidos são a favor de fortes ataques aos direitos democráticos e sociais do povo deste país. Esses ataques intensificar-se-ão após as eleições. As razões apresentadas  como justificação podem ser muitas. Alguns falarão, com diferentes graus de intensidade, da  defesa do meio ambiente, mas ninguém tem a perspetiva de uma melhoria real na situação ecológica, porque não querem afrontar o lucro capitalista nem mesmo as relações de propriedade.

 

 

 

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VI Seminário Nacional do Instituto Caio Prado Jr.

Lutas de classes, ruturas e transição: 150 anos da Comuna de Paris

MESA II: Experiências e desafios da transição socialista no século XX

Apresentação do Nikos Seretakis, membro da Secção Internacional do CC do KKE

O ajustamento da estratégia dos Partidos Comunistas ao caráter da nossa época, de transição do capitalismo monopolista-imperialismo para o socialismo e a definição do caráter da revolução como socialista é objetivamente necessário e imperativo.

 

 

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Ivan Pinheiro *

Como se sabe, Prestes e Giocondo protagonizaram uma intensa luta interna que levou à divisão do Partido Comunista Brasileiro (PCB) no início da década de 1980. Prestes era o Secretário-Geral antes da divisão e Giocondo passou a sê-lo em seguida, até sua morte em 1987.

 

 

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Giorgos Marinos – membro da Comissão Política do Comité Central do Partido Comunista da Grécia (KKE)

O chamado Socialismo do século XXI é um equívoco, questiona o papel principal e revolucionário da classe operária, que defende a continuação do estado burguês – que deve ser esmagado – e a perpetuação do poder capitalista e da propriedade.

O socialismo-comunismo nada tem a ver com as empresas capitalistas, o mercado, o critério do lucro e a exploração do homem pelo homem que os comunistas lutam para abolir.

O planeamento científico central dos meios de produção socializados é a base da superioridade do novo sistema e tem potencial para desenvolver ainda mais as forças produtivas.

 

 

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Recensão crítica de Joseph Jamison

Por que falhou a Revolução Alemã? A meia-revolução na Alemanha foi diferente da Revolução Russa que derrubou o Czar, em março de 1917, e proclamou a sua natureza socialista, em novembro de 1917. A possibilidade de uma revolução socialista alemã estava lá, acredita o autor, em janeiro de 1919, ou em 1920, ou ainda em outubro de 1923. Porque é que isso não aconteceu?

 

 

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Kemal Okuyan – Secretário-geral do Partido Comunista da Turquia (TKP)

Os trabalhadores da Grécia e da Turquia não estão separados por essas águas, mas pelas classes exploradoras dos dois países. São os gananciosos monopólios internacionais que tentam separar-nos. São as forças racistas e chauvinistas servas do capital que tentam separar-nos.

São o imperialismo e a NATO que tentam separar-nos. São os senhores da União Europeia que levam pessoas indefesas, cujas terras foram despedaçadas pela guerra e pela ocupação, para a morte nestas águas azuis que tentam separar-nos.

 

 

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[Texto oficial (em francês)]

… deveria o Partido Comunista da França assumir a mesma posição sobre a questão da guerra? – Eu acho que não! Na França, não está no poder. Na França, os capitalistas e os imperialistas estão no poder; o Partido Comunista Francês é apenas um pequeno grupo de oposição.

Existe uma garantia de que a burguesia francesa não usará o exército contra a classe operária francesa? Certamente que não.

A URSS tem um acordo com a França para assistência mútua contra um agressor, contra um ataque de fora. Mas este não é, e não pode ser, um acordo que assegure que o governo francês não usará o seu exército contra a classe operária francesa.

Como vê, a situação do Partido Comunista da URSS não é a mesma do Partido Comunista em França. É evidente que a posição do Partido Comunista na França não pode coincidir com a do Partido Comunista da URSS, que está no poder.

 

 

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A exigência da reconstrução revolucionária principiou quando a maioria do CC aboliu o centralismo democrático, e mudou o nome do Partido, criando uma organização socialdemocrata, o Partido Popular Socialista, que hoje tem um perfil de centro-direita. Mas não conseguiu acabar com o PCB, que não deixou de existir um dia sequer, ao contrário do que na Europa foi afirmado inclusive por intelectuais marxistas.

 

 

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Partido Comunista da Grécia (KKE) – Secção das Relações Internacionais do CC

Também avaliamos criticamente o facto de, após a invasão da URSS pela Alemanha fascista, a IC ter mudado a sua posição sobre o caráter da guerra, definindo-a como antifascista, e declarando que “... o ataque básico agora é direcionado contra o fascismo. ...”  e que “nesta fase, não apelamos ao derrubamento do capitalismo nos vários países, nem a uma revolução global ... […]

A luta contra o fascismo e a libertação da ocupação estrangeira, pelos direitos e liberdades democráticos, foi separada da luta contra o capital.

 

 

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