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Partidos Comunistas e Operários

Apesar da propaganda sobre a “unidade”, os governos ao serviço do grande capital concentram as suas medidas financeiras no apoio aos grupos monopolistas e, mais uma vez, procuram lançar o fardo da crise sobre os trabalhadores e as outras camadas populares. Os trabalhadores e os povos não podem e não devem voltar a pagar! 

 

 

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Makis Papadopoulos

A contrarrevolução não teria vencido se tivesse havido uma atempada preparação coletiva teórica e política para responder aos difíceis problemas colocados pelo novo nível de desenvolvimento da produção social.

 

 

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Como historiador que sou da história moderna do México, especialmente das lutas do povo trabalhador mexicano contra as tremendas injustiças que sofria e sofre, quero afirmar que este documento, as “Teses”, é o melhor resumo, o mais honesto e verdadeiro que já li sobre os primeiros anos tão difíceis do partido, as suas relações internacionais, através da Comintern, as suas bravas lutas pelo proletariado mexicano, industrial e rural, os seus sucessos e os seus erros e, até, os seus fracassos durante os anos setenta e o pior erro, a liquidação do partido, em 1981.

 

 

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Discurso de D. Koutsoumpas (KKE), em Bruxelas

“Os partidos comunistas e operários da Europa contra o anticomunismo, a falsificação da História por parte da UE e dos seus governos, pelo reagrupamento do movimento operário como necessária condição prévia na luta pelo derrubamento da barbárie capitalista, pelo socialismo”.

 

 

 

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Comunicado de imprensa

É necessário fortalecer a luta ideológica e política contra o anticomunismo, pelo reagrupamento e o contra-ataque do movimento operário

 

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Ivan Pinheiro *

É preciso deixar claro que a contrarrevolução e liquidacionismo não surgiram da noite para o dia. Foram resultados de um longo período em que vicejaram no MCI teses como as da coexistência pacífica com o imperialismo, das alianças com as burguesias, da renúncia à ditadura do proletariado e do caminho pacífico ao socialismo, nos marcos da democracia burguesa (a forma mais eficiente da ditadura do capital), que levaram ao “eurocomunismo” e, posteriormente, na União Soviética, à glasnost e à perestroika.

 

 

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Partido Comunista do México (PCM) – Teses do Comité Central

[Este artigo é publicado em 2 partes. Hoje, publica-se a segunda]

a tese leninista da exclusão mútua da ideologia socialista e da ideologia burguesa praticada no nosso país, a teoria marxista-leninista na qual até então se baseou a construção do partido, faz concessões à ideologia burguesa da Revolução Mexicana e as posições de classe são trocadas por um discurso patriótico e coincidente com o do nacionalismo revolucionário que, na época, é a ideologia oficial do Estado mexicano.

 

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Partido Comunista do México (PCM) – Teses do Comité Central

[Este artigo é publicado em 2 partes; hoje, publica-se a primeira]

A existência do Partido Comunista é a única garantia de que a classe operária e o conjunto dos explorados e oprimidos podem romper com as cadeias do capitalismo, tomar o poder e construir o Novo Mundo.

 

 

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Pável Blanco Cabrera – Primeiro secretário do CC do Partido Comunista do México (PCM)

(Artigo escrito para a revista Nuestra Politica, do CC do Partido Comunista dos Trabalhadores de Espanha-PCTE – 2019/10/14)

o que é delineado pelos clássicos do marxismo-leninismo e pela experiência da Internacional Comunista permanece válido; é necessária a unidade internacional da classe operária para que se desenvolva com os antagonismos de classe, e mais agora, quando as relações de interdependência são mais profundas, quando o sistema capitalista agudiza as contradições interimperialistas e a possibilidade de uma nova guerra imperialista mundial aparece no horizonte…

 

 

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Dimitris Koutsoumpas – SG do Partido Comunista da Grécia (KKE)

Esmirna, 2019/10/18-20

 

Na Europa ocidental, principalmente sob a influência do eurocomunismo, nas décadas de 1960, 1970 e 1980, as táticas de formar governos de coligação com a social-democracia, isto é, com partidos burgueses, e a participação dos PC em governos que, essencialmente, administravam o desenvolvimento capitalista, na lógica das etapas, com a primeira etapa a resolver as reivindicações democráticas-burguesas antimonopolistas e a questão da dependência, levou quase todos os países da Europa ocidental a um maior fortalecimento do poder da capital, com o apoio a novos mecanismos de repressão e manipulação.

 

 

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